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A ÚLTIMA

Fausto Neto esteve hoje (20 de julho) em Matriz da Luz, na Associação Nova Esperança dos Moradores do Distrito e lá conversou com Zezinho Corredor a respeito de um trabalho realizado no local. Ouça e veja:


"É mais fácil compreender a mente de um gênio que a de um idiota. Se a do gênio, por mais complexa e rica que seja, orbita sempre em direção a algum princípio de unidade, fazendo dele um gênio precisamente por isso, a do idiota carece de qualquer articulação de conjunto, perdendo-se numa poeira de impressões inconexas que, não podendo ser explicadas umas pelas outras, têm de ser enfocadas uma a uma, isoladamente, e referidas tão-somente a estados externos fortuitos e transitórios que deixaram sua marca acidental numa mente fútil cuja única atividade consiste em borboletear. 
Se há biografias que nos fazem por vezes vislumbrar a unidade íntima da alma de um Goethe, de um Napoleão Bonaparte, de um Beethoven, de um T. S. Eliot ou de um William Faulkner, nenhum estudioso de vidas humanas logrou jamais delinear com igual precisão a alma de um idiota, pelo simples fato de que ela não tem delineamento nenhum e é apenas uma coleção de resíduos deixados por acontecimentos de toda sorte, como uma espécie de imagem fragmentada do caos, uma poeira de ninharias.".

Olavo de Carvalho.

Por isso é preciso algum grau mínimo suficiente para ler e interpretar um texto.

Citado no filme Interestelar:

“Não adentre a boa noite apenas com ternura,
A velhice queima e clama ao cair do dia,
Fúria, fúria contra a luz que já não fulgura.
Embora os sábios, no fim da vida, saibam que é a treva que perdura,
Pois suas palavras não mais capturam a centelha tardia.
Não adentre a boa noite apenas com ternura,
Fúria, fúria contra a luz que já não fulgura…”

Dylan Thomas.
O gerenciamento do município é outorgado pelo voto, por empréstimo popular e momentaneamente assumido (se o esquerdismo vigente não modificar) a uma pessoa cujas promessas, planejamentos em tese na campanha e coincidentes ou discrepantes no decorrer da gestão vão desenrolando-se.

Vamos observando a materialização do posto nos dias de campanha nos demais que se seguem e vão avolumando-se em decretos, mesas de prosseguimento (ainda raras ou discretíssimas, dada a não aparição delas em qualquer meio informativo) e despachos simples. Já apontei o quanto ainda estão atravancadas.

Como já muito explanado a respeito (para saber, pesquise o título em outros posts) do que anda / andava ruim na administração, das escolhas menos eficazes em secretarias e assuntos correlatos, aqui, nesta postagem, avançaremos mais um degrau pedagógico - o do direito (relembrando) legítimo de pertencimento e amplo de liberdade, o de portar-se como quem está na cadeira executiva.

Não deve haver má vontade, nem beicinho, nem indisposição com pensamentos contrários, uma vez que não é evento recente "descer o sarrafo", só tem sido mais evidente nas redes sociais e mais: "pagou o ingresso, tem quem entrar na roda"; não se pode reclamar da tontura. Quem quer fazer parte tem deveres à população.

É certo que comportamentos como o da louca da torre (Ismália, de Alphonsus de Guimaraens), irreal e inatingível; como o da gralha, às vezes só no desabafo; o mediano, às vezes com algum discernimento, porém insípido para aquilo que se aponta, esses, todos, devem ser reconhecidos, não aceitos todos, mas sabidos. 

Não afirmo serem todos corretos, porém reconheço existentes. Dias atrás um participante de grupo social tachou de racismo uma crítica a político corrupto. Na cabeça do infeliz, corrupção e preconceito eram sinônimos. O tal não sabia o significado da palavra que escreveu, tanto demonstrado na incapacidade de avaliar o que contraditava, vociferando equivocadamente. Então, vi ser alguém que não valia um por cento de tempo prolongar conversa curta.

Novamente, o direito existe, mesmo sem condição mínima de quem ensaia crítica e aos que conseguem fazer bem a oposição, da mesma maneira. Assim como há técnicos / "pitaqueiros" fora dos times, há prefeitos sem cadeira no Paço. Devem ser tidos em conta.
Jasmim-laranja. Seis e meia da manhã e o aroma recendia os metros próximos. Imediatamente procurei de onde saia tão atrativo perfume. Minha mãe, entendedora de muitas plantas apontou e comentou do cheiro tão marcante e desejoso.

Reparando no detalhe, aproximei-me também, a fim de ver o que continha nas plaquinhas de plástico penduradas.

Passagens bíblicas, que dupla imbatível e perfeita. Para os antigos israelitas e depois os primeiros cristãos, uma prece associada à visão ou olfato de algo dava sinestesia boa, manifestação física, tátil, visual de adoração e de bom coração concordava Deus. 

Fiz assim.



Realizado no Bairro Nova Esperança (Pixete), no dia 18 de julho, a décima edição do Fórum aconteceu no Espaço Cultural Unidos de Nova Esperança. O tema foi relacionado ao uso das drogas, do vício ao traficante. Participaram autoridades da segurança pública, representantes da sociedade civil, CDL, educação municipal, imprensa e comunidade em Geral. Priscila Gadelha, Psicóloga Clínica, Major Adalberto, subcomandante do Vigésimo Batalhão, Comissário Cosme, da Polícia Civil, Maria José, do Governo Presente, Leonardo Barbosa, Antônio Manga, Cícero Pinheiro e Rico Gás, vereadores, Mário Silva, da Rádio Damata, Silvana, da secretaria de Educação, entre outros componentes do encontro e mesa de debates prestigiaram o momento. Segundo Guilherme Santiago, um dos coordenadores do Fórum, a próxima edição do evento será no dia 15 de agosto, em Penedo.
Vídeo e fotos:

Crédito de imagens: Guilherme Santiago.

















Por Felipe G. Martins:

Como vocês sabem, a grande mídia raramente dá qualquer espaço ao Deputado Jair Bolsonaro e, quando o faz, sempre o apresenta da maneira mais negativa possível.

Não é exagero dizer que o grande público só o conhece através de um filtro que distorce a sua imagem, demoniza a sua personalidade e, é claro, omite todas as suas qualidades e virtudes.

De algum modo, o reflexo disso pode ser visto nas pesquisas eleitorais. Podemos ficar impressionados ao constatar que o candidato que representa tudo o que as classes falantes repudiam tem 21% das intenções de voto, mas isso é pouco perto do que ele teria se nossos jornalistas não empreendessem uma verdadeira guerra contra ele e contra o que ele representa.

Na Globo, na Folha de São Paulo e no Estadão, quem quer que pense como o Deputado Jair Bolsonaro – ou seja, a quase totalidade do eleitorado nacional – é considerado um extremista de direita, indigno de ser ouvido e merecedor de todos os ataques.

Esse é, aliás, um dos motivos pelos quais a democracia brasileira foi reduzida à já costumeira disputa em família entre candidatos de esquerda, na qual tudo o que é concedido ao povo brasileiro é o direito de votar, de quatro em quatro anos, em candidatos que representam o contrário de tudo aquilo em que ele acredita.

É por isso, também, que sempre digo que o maior problema brasileiro, junto com o democídio causado pelas políticas de segurança pública dos últimos 20 anos, é a crise de representatividade.

Nunca houve uma situação em que o abismo entre as elites e a realidade da vida popular fosse tão profundo. Qualquer político, jornalista ou intelectual que ouse, mesmo que de modo tímido, dar voz aos valores, às crenças e aos anseios populares acaba sendo classificado como uma figura excêntrica, quando não como um inimigo de tudo o que há de bom e virtuoso no mundo.

Apesar disso, a maioria absoluta das pessoas que vivem no Brasil é conservadora, cristã, tem valores tradicionais e preza pela ordem. Por isso mesmo, sempre esteve desprovida de uma verdadeira representação política e sempre foi marginalizada e excluída do espaço público.

Mas isso está começando a mudar e, gradualmente, as pessoas vão se dando conta disso — e aqui volto às pesquisas.

Ao analisarmos a divisão demográfica das intenções de votos, três dados referentes ao eleitorado do Deputado Jair Bolsonaro saltam aos olhos: (1) quanto maior a renda de uma pessoa, maior sua propensão a votar nele; (2) do mesmo modo, quanto maior o seu nível de instrução, maior sua propensão a votar nele; (3) quanto mais jovem, independentemente da renda e do nível educacional, maior é a sua identificação com ele.

Isso causa um certo estranhamento, não? Afinal, é natural esperar que o apelo eleitoral do Deputado Jair Bolsonaro seja ainda maior entre as camadas populares do que entre os grupos que ele já conquistou — ele pensa, fala e age como um brasileiro médio; ele pensa, fala e age de um modo que qualquer pessoa simples pode compreender e se identificar; e, além disso, ele oferece a perspectiva de que esse eleitorado finalmente encontre uma representação política efetiva.

Portanto, ao olhar para esses dados, uma hipótese se impõe: a explicação para a atual composição do eleitorado do Deputado Jair Bolsonaro está na forma e nos meios utilizados pelos eleitores para obter suas informações. Aqueles que se informam pela internet (jovens, pessoas mais instruídas e com renda maior) conhecem um Bolsonaro ainda inacessível àqueles que se informam pela grande mídia, sobretudo pela televisão, e que só o conhecem — quando conhecem — através do filtro da imprensa, aquele mesmo que distorce sua imagem, demoniza sua personalidade e omite todas as suas qualidades e virtudes.

Se essa hipótese se confirmar e a candidatura do deputado não for barrada pelo ativismo judicial dos ministros do STF, veremos que ele tem muito espaço para crescer e que, através de uma campanha que seja capaz de furar o filtro da grande mídia, ele certamente chegará ao segundo turno com chances reais de vitória. Seja qual for o desfecho, no entanto, ele já é uma força política e eleitoral que não pode ser ignorada e que provavelmente mudará o cenário político brasileiro para sempre. Reconhecer isso não é torcida, é abrir os olhos para um dado objetivo da realidade e perceber para onde as coisas estão se encaminhando. O que fazer com esse dado fica a critério de cada um de vocês.

https://www.poder360.com.br/datapoder360/bolsonaro-cresce-e-encosta-em-lula-na-corrida-presidencial-de-2018/
Agreste, RN: todas as fontes de água secaram. Causa principal – desmatamento incondicional.

Educação ambiental científica



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