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A ÚLTIMA

As pragas impostas para dobrar Faraó, que afligia o povo hebreu, escravo, clamando a Deus pela libertação. O Senhor ouviu o sofrimento e enviou um libertador, Moisés, conhecido do Faraó. O homem do cajado já avisara claramente ao rei do Egito sobre as consequências de não libertar seu povo escolhido. Faraó não cedeu. Então vieram as pragas do sangue, impossibilitando beber as águas; das rãs, importunando fortemente a população egípcia, sem um minuto de sossego. Sem beber nem comer direito, qualquer um, ou melhor, quase qualquer um já teria atendido a Deus e seu porta-voz.

Então, lá vai Moisés, em Êxodo: "E Faraó chamou a Moisés e a Arão, e disse: Rogai ao Senhor que tire as rãs de mim e do meu povo; depois deixarei ir o povo, para que sacrifiquem ao Senhor. E disse Moisés a Faraó: Digna-te dizer-me quando é que hei de rogar por ti, e pelos teus servos, e por teu povo, para tirar as rãs de ti, e das tuas casas, e fiquem somente no rio?
E ele disse: Amanhã. E Moisés disse: Seja conforme à tua palavra, para que saibas que ninguém há como o Senhor nosso Deus."
(Êxodo 8:8-10). 


Você tem um problema que não pode resolver, perturbador, desesperante, rodeado por milhares de pessoas com a mesma aflição; alguém apresenta a solução, rápida, para já, perfeitamente sanadora e que dará alívio, limpeza, paz local e ampla, imediatamente e sua resposta é... Amanhã?!

O país foi contaminado pelo Marxi-sócio-comuno-esquerdismo, que trouxe a piora educacional, cultural, baixeza moral, relativismo proposital, corrupção epidêmica, criou divisões sociais, antagonizou pessoas, ocupou meios de comunicação, aparentou malfeitores como oprimidos, em tudo isso e mais, de caso pensado, com uma agenda de décadas, está patente e, ainda bem haver quem mostre, prove, redunde e sua reação para que isso acabe, qual será? Amanhã?!

Não se deve confirmar, reafirmar voto em ninguém dessa matriz ideológica; não se pode dar amplitude aos colaboradores dessa mazela social; não se ausente de importantes decisões de vida saudável. Contrariamente, denuncie, esclareça, desvende, para que outros saibam tão bem sobre perniciosos indivíduos e planos mefistofélicos.

É o que o blog (metonímia) já se predispôs a fazer. Hoje, depois, não.  
"Mistérios da meia noite que voam longe, que você nunca não sabe, nunca, se vão, se ficam, quem vai, quem foi...":

O módulo espacial sai da Lua e vem para a Terra. Beleza. Alguém filma essa saída. Beleza. Espere, espere! Alguém permaneceu filmando?! Sim. E o que aconteceu com ele? Deve ter feito igual ao Bruce Willis, no filme Armagedom, ficou lá admirando o céu.

"Maresia, sente a mareeesssia, maresia, uuu!"

"Sempre estar lááá e ver ele voltar, não era mais o mesmo, mas estava em seu lugaar!"
No próximo sábado, 23 de setembro, o Programa inicia mais cedo, a partir das 9 horas, com a mesma temática, até às 11. Música, informação, cultura, educação, entretenimento. Ouça localmente pela sintonia 98,5 e através da internet pelo https://www.radios.com.br/aovivo/radio-damata-985-fm/57
O politicamente correto é uma forma de automatismo — uma forma de ver o mundo que deseja substituir a verdadeira vida por uma série de automatismos. O politicamente correto enrijece a vida, que, sob o domínio dele, deixa de expressar sua riqueza, sua complexidade.

Como o politicamente correto enrijece a linguagem? Mudando o nome das coisas, dos fatos, para desvinculá-los da realidade. Um aborto, por exemplo, passa a receber o nome de "direito de escolha da mulher", exatamente para arrancar da palavra "aborto" o seu real sentido: assassinato de um bebê.

É uma tentativa de tornar a linguagem neutra. Mas não existe linguagem neutra. Na verdade, trata-se de um jogo linguístico que pretende esconder a realidade. É uma forma de enrijecimento da linguagem: no lugar da realidade, da verdade, da luta entre bem e mal, a linguagem passa a ser controlada pela camisa de força do politicamente correto — e passa a expressar conceitos ideológicos, manipulações ideológicas que pretendem congelar os comportamentos.

Assim, a criança que cantava

Atirei o pau no gato
Mas o gato não morreu
Dona Chica
Admirou-se
Do berro
Que o gato deu

agora canta, para alegria de quem pretende enrijecer a linguagem e controlar os comportamentos:

Não atire o pau no gato
Por que isso não se faz
O gatinho é nosso amigo
Não devemos maltratar
Os animais

Quando o politicamente correto não é trágico — como no exemplo do aborto —, ele é cômico, ele exige a piada, ele é uma piada em si mesmo. O problema é que avança sobre nós o tempo em que essa linguagem substituirá a realidade. Então tudo se tornará trágico.

Rodrigo Gurgel
Outros meios de fatos, opiniões, etc. Algo semelhante a este blog (que serve vez em quando à informação), Facebook, whatsapp...

Aquela profilaxia necessária. Os argumentos serão do Honoré de Balzac em seu livro Ilusões Perdidas, escrito entre 1837 e 1843:

"Um jornal não é mais feito para esclarecer, mas para adular as opiniões. Assim, todos os jornais serão, mais cedo ou mais tarde, covardes, hipócritas, infames, mentirosos, assassinos; matarão as ideias, os sistemas, os homens, e florescerão exatamente por isso. Terão o benefício de todos os seres da razão: o mal será feito sem que ninguém seja culpado por ele."

"O jornalismo é um inferno, um abismo de iniquidades, mentiras, traições, que não se pode atravessar e de onde não se pode sair puro senão protegido como Dante pelos divinos louros de Virgílio."

"O jornal preferiria servir o próprio pai, cru, temperado só com o sal de suas piadas, a não interessar ou não divertir seu público."


...

E uma frase não pertencente ao Honoré de Balzac:
"Escolher o muro é defender o demônio".
Cinco anos atrás (que atraso, hein?!) estava preparando uma das aulas dominicais a respeito de assuntos incompatíveis (para usar um eufemismo) com o Cristianismo, entre eles, a pedofilia. Eu procurava referências na internet e após algumas buscas eu cheguei ao Olavo, através de textos e vídeos. Com aquele jeito natural e contundente de asseverar todo o universo de ideias, fatos, uma capacidade que não vira em nenhum outro filósofo vivo (e depois constatei, de maneira comparativa, estar cercado por anões intelectuais, na régua justa e consciente), deixou-me impressionado. Usei seus argumentos, prossegui meu convívio e as mensagens, sermões com a irmandade. No entanto, Olavo de Carvalho não ficara só ali. Uma semente fora plantada.

Tiago 3:1 fala a respeito do maior juízo àqueles que são mestres e respeitando, concordando com isso, estou sempre lendo diversos autores. Nas orações diárias eu peço a Deus que me molde segundo o seu querer, para tornar-me como lhe agrada. Então, daqueles cinco anos para cá, o professor Olavo está entre eles. No último ano, mais de setenta por cento das leituras eu inclui o Mínimo, O Jardim das Aflições, entre as demais que "o professor de todos nós", como disse o Ives Gandra, sugere. Não tenho me decepcionado com nenhuma delas.  

Há o antes e o depois do ilustre morador da Virgínia. No posterior ou você fica mais inteligente, ou enlouquece. Estou com o juízo no lugar. Antes era um "híbrido social", um semi-idiota, um "isentão" - ora contrário, ora a favor de assuntos que deveriam ser melhor esclarecidos, como muitos ainda comportam-se e imagino alguns desses, leitores do blog, por isso aponto aqui a melhoria vinda da fala, pensamento de um homem que nunca dirigiu a palavra diretamente a mim, porém já deixou indelével marca. 

Imantado de sabedoria, ele está bem cercado de pessoas inteligentes, capazes e mais, muito, muito decentes. O que fiz eu a respeito? Aproximei-me, mesmo virtualmente, e obtive uma ampliação não só de intelecto, mas de bons predicados.  

Quem sou eu para o Olavo? Um desconhecido (sem querer dar a aparência vitimista, apenas deixar claro que ele não me conhece) que se desintoxicou do esquerdismo tão rapidamente, que teve os olhos prontamente abertos e hoje vê além das aparências a maior parte das vezes.

Ele é atacado justamente por ser autêntico, por conseguir desvencilhar brasileiros (e estrangeiros) das garras do analfabetismo funcional, dos ardis intelectivos; o inimigo de nossas almas sabe disso e fará de instrumento qualquer pessoa para criar obstáculos, levantar idos perdoados. Pessoas totalmente conscientes disso e não. Por isso eu peço ao Senhor graças, a fim de permanecer dando saúde física, mental, coragem para que Olavo de Carvalho continue perseverando na vocação e uma espécie de sacerdócio que lhe foram confiados.
Na manhã de hoje ministrei um curso sobre bioética. Julgo ser importante registrar aqui que esta ciência recentíssima é carregada de problemas metodológicos. Manuais de bioética, como aquele de Elio Sgreccia, discutem o assunto, por mais profundamente que possam fazê-lo, sem fundamentar corretamente suas bases. Talvez esta seja a grande causa do impasse que existe em todos os incessantes debates por aí.

A bioética essencialmente discute questões a respeito do valor do ser humano e os limites da ciência relacionados a ele. Este valor, porém, jamais poderá ser estabelecido sem uma antropologia adequada, sem uma visão do ser humano que corresponda à realidade, que seja coerente em si mesma e carregue um profundo sentido existencial. Da nossa visão, digamos, do que é natureza humana decorre, intencionalmente ou não, a nossa ética. Ideologias nefastas, como o comunismo e o darwinismo moral, nascem, como demonstrou Thomas Sowell, a partir de um entendimento equivocado a respeito do homem e das suas inter-relações. A ideologia de gênero é outro exemplo.

Dando mais um passo para trás, a antropologia também, em si mesma, é incapaz de conferir uma correta perspectiva sobre o homem sem antes levar em consideração o mundo no qual ele involuntariamente existe e do qual faz parte. Uma cosmologia confusa produzirá uma antropologia inadequada e uma moral ainda pior. E, por fim, não se pode ter uma visão sobre a realidade sem solidificar primeiro um bom entendimento da ESTRUTURA da realidade mesma, coisa que Aristóteles ensinou certinho.

Uma besta quadrada que errou o método e molda até os dias de hoje o modo como muitos raciocinam foi Epicuro. Ele primeiro desenvolveu uma moral, depois, com base nisto, estabeleceu um entendimento sobre a realidade e só então produziu sua antropologia doentia.

Os membros desse movimento intitulado "novo ateísmo" nada mais são que epicuristas disfarçados por jargões confusos e títulos acadêmicos modernos.

Bernardo Pires Küster
Ocorrido no dia 17, em São Lourenço da Mata, a página no Facebook teve imagens divulgadas pela Escola Conde Correia de Araújo, com seus alunos e professores exaltando o trabalho de lembrança e resgate feito por Guilherme Santiago e demais participantes do página. 











Fotos: Guilherme Santiago

"Vejo-te. Tua imagem sorridente está em toda a parte. Recordo teu encanto, meus transportes de júbilo, minha esperança, minha ilusão. Brisa Cálida, ainda te amo! Recupero a consciência. Entrego-me à introspecção.".

Sue P. Prank