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A ÚLTIMA

Pensem por um momento em um homem brasileiro médio. Um desses sujeitos que dão duro o dia todo em um trabalho simples, dedicando-se ao máximo para receber seu dinheirinho e sustentar sua família. Ele não tem grandes prazeres além de, quem sabe, uma cervejinha no final de semana e uma partida de futebol na TV ou, talvez, alguma piadinha do WhatsApp e uma visita rápida à igreja. Seus deveres, por outro lado, são muitos -- ele certamente é casado e tem filhos ou, no mínimo, faz o que pode para amparar seus pais e seus avós.

No caminho para o seu trabalho, esse sujeito passa por estudantes universitários cheios de piercings, de cabelos pintados, vestidos com as roupas mais ridículas e que, muito explicitamente, o consideram a síntese de tudo o que há de mau no mundo -- um representante da classe média, do patriarcado, dos homens heterossexuais, do obscurantismo religioso...

Na TV, artistas zombam da sua fé e a Fátima Bernardes conversa com sociólogos que garantem que ele é o grande responsável pela morte das mulheres, dos homossexuais, dos transsexuais e até dos hermafroditas.

Em seu dia-a-dia, ele é assaltado por moleques de dezesseis anos e sequer pode reagir ou se revoltar sem ser acusado de desrespeitar os direitos humanos.

Seus filhos, desde que ingressaram na vida escolar, se mostram cada vez mais estranhos e, após um rápido processo de aculturação, passam a chamá-lo de homofóbico ou de racista, ao mesmo tempo que distribuem pitos ecologicamente corretos para toda a vizinhança.

Apesar disso tudo, ele tenta não se incomodar. Desde que sua família esteja alimentada e de que ele possa assistir ao jogo do Corinthians ou do Flamengo, ele continuará satisfeito e disposto a relevar essas coisas todas.

Um dia, entretanto, ele chega em seu trabalho e descobre que ele e a maior parte dos seus colegas foram demitidos em decorrência de uma crise gerada pela corrupção e pelos desmandos da classe política, encabeçada por um partido que dizia representar os trabalhadores e defender os interesses dos pobres.

Como solução emergencial, esse sujeito opta por trabalhar com o seu vizinho, que tem uma carreta financiada em muitas prestações, ou se cadastra como motorista em um aplicativo como o Uber ou o Cabify. A renda não é das melhores, mas evita que ele fique totalmente à deriva e veja sua família passar fome.

Concomitantemente, ele vai às ruas e pede a deposição da presidente e de todos os demais corruptos. Ele não entende muito bem essa conversa de direita e de esquerda, mas está cansado de ser governado por figuras de falas herméticas, desligados da realidade nacional, que raciocinam e falam em politiquês e que são muito sensíveis às pressões da CUT e da FIESP, do MST e do Itaú, da UNE e dos professores universitários, mas não dão a mínima para os problemas reais da população -- a falta de segurança, o desemprego, os impostos proibitivos, a diminuição do poder de consumo, a degeneração da sociedade, etc. etc. etc.

Ele tem orgulho do trabalho feito pelo Juiz Sérgio Moro, se identifica com as falas duras do Deputado Jair Bolsonaro e se irrita profundamente quando ouve jornalistas e políticos criticarem a Operação Lava-Jato ou defenderem o PT, o PSDB e o PMDB.

Além disso, pouco a pouco, ele vai percebendo que o preço do combustível, essencial para o seu trabalho, não pára de aumentar. Em seu WhatsApp, ele recebe uma porção de vídeos que mostram os preços significativamente menores do diesel e da gasolina vendidos pela Petrobrás na Bolívia e no Paraguai. Na rádio, ele ouve, entre uma distração e outra, que há um plano para recuperar a estatal dos prejuízos causados pela corrupção e pela má gestão da classe política. É a gota d'água. Ele decide que não irá pagar o pato pela roubalheira e pela gastança dos petistas e da classe política e então se junta aos seus colegas para bloquear estradas, paralisar pontos estratégicos e demandar soluções.

Talvez esse sujeito não saiba como funciona o orçamento público, não conheça o sistema tributário brasileiro a fundo e também não conheça as particularidades do setor -- estatizado, altamente regulado, sem livre concorrência, com políticas de conteúdo nacional, repleto de subsídios para o etanol, etc. etc. etc. --, mas o que ele está pedindo é a desestatização e a abertura do setor, o corte de impostos e a eliminação das barreiras tributárias e não-tributárias sobre a atividade que garante o sustento de sua família.

Talvez ele não entenda muito sobre política, mas ele sabe que é preciso punir os corruptos, frear o massacre da população desarmada, parar de punir o setor produtivo e apoiar eleições limpas e transparantes, realizadas não por meio de urnas inauditáveis, mas por meio de urnas que permitam a auditoria por qualquer pessoa. Isso já é o suficiente, mas não é tudo. Estamos só no começo desse tipo de revolta e os donos do poder não têm a menor ideia do que os aguarda.
Em 11 de abril deste ano publicamos matéria sobre o assunto (http://medeirosjacauna.blogspot.com.br/2018/04/sao-lourenco-da-mata-varzea-fria-bairro.html) e pouco mais de um mês, recebemos fotos atuais que, apesar de recentes, demonstram o mesmo problema.


 Entulho existente e esgoto exposto. A pessoa que enviou as fotos relembra que nesse ponto da Avenida Assembleia de Deus, brincam crianças e reside um idosa acamada.
Na terça-feira, dia 22 de maio, a prefeitura de São Lourenço da Mata realizou troca de lâmpadas e revisou a iluminação pública na comunidade Parque vitória. A ação contou com a solicitação da irmã Mônica e o acompanhamento de Fausto Neto.
Alexandre Santiago coordenou a operação.

Os moradores agradeceram ao atendimento da Casmavel, nos serviços técnicos, à presteza profissional dos trabalhadores, à Secretaria de Infraestrutura, na pessoa de Élida e ao gestor, Bruno Pereira. 


Imagens da operação durante o dia:




























Crédito das fotos acima, Alexandre Santiago.

Comprovação do serviço, à noite:




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Crédito das fotos acima, João Vinícius.
Será tão difícil entender que a recomendação que o professor Olavo faz de leitura de inúmeros livros de literatura serve para que possamos ampliar nosso horizonte sobre a realidade? Que os inúmeros exemplos de vida - incluindo aí os dramas, os romances, as inseguranças, as realizações, as inquietações, os sucessos, as tramóias, as decepções e todos os caminhos vividos pelos personagens - sirvam de amadurecimento de nossa própria alma e intelecto?
A bagagem cultural e literária não serve apenas para rechear no histórico e acomodar mais livros nas prateleiras físicas de nossas bibliotecas. O que está em jogo é a expansão de nosso imaginário de modo que nos permita lidar com os acontecimentos de nossa própria existência e convivência - e diante disso, do arsenal de informações armazenado em nossa memória - possamos conduzir de forma mais sábia e tomar o melhor caminho ou a melhor atitude impedindo que o sofrimento e a desilusão seja o desfecho das situações diárias.

Quando importamos esse processo de amadurecimento intelectual e o aplicamos em nosso processo de verdadeira conversão ao Cristianismo - e consequentemente a busca da Verdade - o ato de aprender a perdoar o outro, a entender o outro, a conviver com nossas próprias mazelas e as de outrem - nos fortifica a nos perdoarmos e a pedir perdão. Sim, o processo exige disciplina, dedicação e amor - para que o desenrolar de palavras que se constroem em frases e que depois são encadernadas em pacotes de existências, chamados livros, recheie nosso imaginário e nossa percepção da realidade e nos transforme em seres humanos com intelecto-alma, que se expressa em sabedoria. Para encontrar a verdade e aprender a não perdê-la, de modo a formar o amálgama que nos sustentará a continuarmos sábios, corretos e leves, sem o peso da responsabilidade de transformar esse processo em um grande fardo, é primordial a ginástica neural de massagem das sinapses cerebrais. Essa, que irá modelar o intelecto é que permitirá passar pela existência humana terrestre de forma mas suave, digna e saudável emocionalmente.

Diante disso, podemos perceber o quanto é importante escolher adequadamente a bibliografia que irá modelar nosso imaginário, resultando em atitudes e ações que irão determinar nossa vida.
Muito do que fazemos na vida -- às vezes, tudo -- é compensação de alguma tristeza que tivemos na infância ou na adolescência. No meu caso, sei exatamente que tristeza foi essa. Quando, no início da adolescência, comecei a me interessar por literatura, teatro, música clássica, história, filosofia, psicologia, teologia, entendi que tinha descoberto um tesouro infinitamente valioso, o alívio quase imediato da maioria dos padecimentos humanos. Qual não foi a minha surpresa ao perceber que em geral as pessoas não apenas eram desprovidas de qualquer interesse por essas coisas, como tinham até um certo orgulho da sua indolência mental, acreditando piamente que acabariam por vencer todas as dificuldades da vida pela simples repetição dos automatismos rotineiros que lhes davam um sentimento de segurança na mesma medida em que, a longo prazo, garantiam o seu fracasso.
Muitas dessas pessoas não escondiam o desprezo que sentiam pelas minhas preocupações, que elas diziam estratosféricas, e não raro o desprezo se manifestava como arrogância, agressividade e exclusão ostensiva. Aos poucos fui descobrindo que isso não acontecia só no meu ambiente social, mas era uma praga endêmica, uma constante da vida brasileira, Os melhores, os mais conscientes e mais sensíveis eram sistematicamente boicotados e escorraçados, jogados para o fundo de uma existência obscura e deprimente pela santa aliança da mediocridade com a arrogância, da inépcia com a vaidade, da indolência com o carreirismo.
Eu SEMPRE soube que um dia teria de fazer algo contra isso.
Mundo
Autor de tiroteio em aeroporto da Flórida aceita declarar-se culpado
O ex-militar Esteban Santiago, acusado de matar cinco pessoas a tiros no aeroporto de Fort Lauderdale (Flórida), nos Estados Unidos, em 2017, admitiu declarar-se culpado de 11 acusações para evitar a pena de morte, informaram nesta terça-feira veículos de imprensa locais.

Após um acordo alcançado com a promotoria federal, Santiago, de 28 anos e origem porto-riquenha, se declarará culpado de 11 das 22 acusações que pesavam contra ele pelo ataque a tiros cometido no Aeroporto Internacional de Fort Lauderdale no início de janeiro de 2017.

Assim, a defesa do acusado conseguirá evitar a pena de morte que a acusação tinha previsto pedir no julgamento marcado para o mês de junho em um tribunal de Miami, em troca de uma condenação à prisão perpétua.

Segundo estabelece o acordo de culpabilidade entre defesa e acusação apresentado ontem no tribunal, Santiago renuncia a qualquer direito de apelação da condenação que lhe for imposta, segundo a emissora de TV "Local 10 News".

Inicialmente, Santiago tinha se declarado inocente das 22 acusações pelo ataque armado no citado aeroporto e, a pedido de uma juíza, foi submetido a uma série de avaliações mentais para determinar se está mentalmente são.

O relatório clínico do psicólogo especialista que avaliou sua saúde mental determinou que Santiago é "capaz de compreender a natureza e as consequências do processo contra ele e de assistir adequadamente em sua defesa".

O ex-militar nascido em Nova Jersey há 28 anos chegou no dia 6 de janeiro de 2017 ao Aeroporto Internacional de Fort Lauderdale-Hollywood em um voo vindo de Anchorage (Alasca), foi para a sala com as esteiras de bagagens, recolheu uma bolsa que tinha despachado e seguiu para o banheiro.

Na bolsa havia uma pistola que ele carregou no banheiro e com a qual começou a disparar nas pessoas no aeroporto de maneira indiscriminada, segundo mostraram os vídeos das câmeras de segurança.

Cinco pessoas morreram e seis ficaram feridas por causa dos disparos de Santiago, que foi detido em poucos minutos, sem oferecer resistência.

Santiago é um veterano da guerra do Iraque e está preso em um centro de detenção federal em Miami, onde recebe tratamento médico por esquizofrenia.

Trump diz não estar "satisfeito" com negociação comercial com China

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira que não está "satisfeito" com as conversas com a China, apesar de neste fim de semana ter sido anunciado um acordo-marco para diminuir as tensões comerciais com o gigante asiático.

"A China fez uma fortuna (...). Não estou satisfeito, mas temos um longo caminho pela frente", declarou Trump aos jornalistas ao receber o presidente sul-coreano, Moon Jae-in, na Casa Branca.

O presidente americano ressaltou, no entanto, que tais conversas "são um início", depois da visita a Washington de uma delegação chinesa, liderada por Liu He, principal assessor econômico do presidente Xi Jinping.

"Quero que seja um grande acordo para os EUA e que seja um bom acordo para a China também. Pode ser que não seja possível", acrescentou, ao salientar que o avultado déficit comercial com Pequim, de US$ 500 bilhões anuais, é a prova de que o comércio é injusto e desvantajoso para Washington.

Neste final de semana, o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, anunciou que se estava "colocando em suspenso a guerra comercial" com a China, após realizar várias reuniões com Liu.

Mnuchin detalhou que a suspensão se referia às tarifas por US$ 150 bilhões a centenas de produtos chineses que o presidente Trump tinha ameaçado impor por questões de propriedade intelectual e para forçar Pequim a equilibrar a balança comercial bilateral.

A China, por sua parte, aceitou aumentar "significativamente" suas compras de bens e serviços dos Estados Unidos, e hoje anunciou a redução das tarifas que impõe às importações de automóveis e autopeças.


Brasil
Temer desiste de candidatura e anuncia Meirelles pelo MDB
O presidente fez um discurso de mais de 15 minutos no qual fez elogios ao ex-ministro da Fazenda. "Digo sem errar que o Meirelles é o melhor entre os melhores." Temer falou ainda esperar que o ex-chefe da equipe econômica seja o único candidato de centro à Presidência da República

O presidente Michel Temer anunciou nesta terça-feira (22) sua desistência de concorrer a mais quatro anos à frente do Palácio do Planalto e lançou o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles como pré-candidato à Presidência pelo MDB. "Nós chamamos você para ser presidente do Brasil", disse Temer ao fim de um discurso em evento do MDB, em Brasília, para o lançamento do documento "Encontro com o Futuro".

A informação foi antecipada pela reportagem da Folha de S.Paulo na última sexta (18), de que Temer havia decidido anunciar sua desistência em ser candidato no evento da legenda.

O presidente fez um discurso de mais de 15 minutos no qual fez elogios ao ex-ministro da Fazenda. "Digo sem errar que oMeirelles é o melhor entre os melhores." Temer falou ainda esperar que o ex-chefe da equipe econômica seja o único candidato de centro à Presidência da República.

Ele disse ainda que sentirá muito orgulho se um dia Meirelles for eleito presidente.
Ao elogiar os atos de seu governo na área econômica, Temer disse ainda que o país estará em boas condições para o próximo presidente. "Meirelles, você vai pegar o país com uma tranquilidade absoluta", afirmou.

Greve de caminhoneiros continuará nesta quarta; redução da Cide 'não resolve', diz Abcam
"Isso [redução da Cide] não resolve o problema, a gente quer ser ouvido", disse o presidente da Abcam, José da Fonseca Lopes

minhoneiros autônomos do país, Abcam, José da Fonseca Lopes, afirmou que a redução da Cide não é suficiente.

"Isso não resolve o problema, a gente quer ser ouvido. Queremos que os tributos no óleo diesel sejam zerados. A Cide representa 1% dos tributos que incidem no combustível", disse Lopes em resposta a questionamento sobre a possibilidade da paralisação dos caminhoneiros ser suspensa após o anúncio de Maia.



Pernambuco
Crise dos combustíveis: Grande Recife anuncia redução do número de viagens de ônibus
A medida, que começa a valer a partir das 4h desta quarta (23), representa diminuição de 8% no número de viagens em dias úteis, o equivalente a 2 mil viagens a menos.
Os usuários do transporte público da Região Metropolitana do Recife (RMR) também serão prejudicados pelo aumento do valor do combustível, especialmente o diesel. O Grande Recife Consórcio de Transporte anunciou, no fim da tarde desta terça-feira (22), que o número de viagens dos coletivos na manhã desta quarta-feira será 8% menor. Na prática, significa uma redução de 2 mil viagens do total de quase 25 mil realizadas diariamente e que atendem cerca de 1,8 milhão de passageiros.

A redução no número de viagens, segundo o Consórcio, acontece devido ao comprometimento no abastecimento de óleo dieselnas empresas operadoras por causa da paralisação dos caminhoneiros. A decisão, ainda de acordo com a nota enviada à imprensa, é emergencial e, dependendo dos rumos da paralisação, outras medidas poderão ser tomadas.

Confira a nota do Grande Recife na íntegra:

"O Grande Recife informa que, devido à paralisação dos caminhoneiros e o comprometimento no abastecimento de óleo diesel nas empresas operadoras, os ônibus da Região Metropolitana do Recife deverão circular, no início da manhã desta quarta-feira (23), com a mesma frota utilizada no período de férias de janeiro de 2018. A medida é emergencial e representa uma diminuição de 8% no número de viagens em dias úteis.

O Consórcio, enquanto órgão gestor do transporte público, vai acompanhar a operação dos ônibus e a paralisação dos caminhoneiros. A depender dos rumos dados à manifestação, o Grande Recife poderá tomar outras medidas ao longo do dia.".


Operação desarticula quadrilha voltada a roubo de cargas em PE
Ao todo, são cumpridos 21 mandados de prisão e 19 de busca e apreensão. Outra operação mira outra quadrilha envolvida em tráfico de drogas.

A Polícia Civil de Pernambuco deflagrou, nesta terça-feira (22), uma operação de repressão qualificada com o objetivo de desarticular uma organização criminosa voltada para a prática de roubo de carga no Estado. Ao todo, são cumpridos 21 mandados de prisão e 19 de busca e apreensão na Operação Barra Azul, presidida pela delegada da Delegacia Seccional de Caruaru, Polyanne Farias.

A organização também era voltada aos crimes de homicídio, tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo. Os trabalhos investigativos começaram em agosto de 2017 e os mandados são cumpridos nas cidades de Recife, Bezerros, São Caetano e Gravatá. Segundo o gerente operacional da Diretoria Integrada Especializada (Diresp), o delegado Nelson Souto, motoristas forneciam informações aos integrantes da quadrilha.

“Esses motoristas davam informações privilegiadas aos criminosos. Além disso, cinco presos mantinham contato de dentro do sistema penitenciário”, detalhou Souto. As atuações aconteciam nos municípios de Recife, Gravatá, São Caetano, Bezerros. "Não havia uma escolha específica, era carga generalizada de diversos produtos", completou.

"Acreditamos que com a desarticulação haverá uma redução nos casos de cargas roubadas e homicídios”, afirmou o chefe da Polícia Civil, o delegado Joselito Kerhle. “Já foram mapeados e responsabilizados integrantes por dez homicídios e, durante as investigações, sete homicídios foram evitados”, finalizou.

Operação Fidúcia

Uma outra operação, nomeada "Fidúcia", que faz referência ao modo ousado como alguns integrantes da associação criminosa atuavam, cumpre 13 de prisão preventiva e 11 de busca e apreensão domiciliar em Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Sul, na Operação Fidúcia.

A quadrilha também é voltada para os crimes de associação criminosa, roubo majorado (quando há uso de violência), furto qualificado, apropriação indébita qualificada e comunicação falsa de crime. As investigações tiveram início em outubro de 2017 e foram presididas pelo titular da Delegacia de Polícia de Repressão ao Roubo e Furto de Cargas (DPRFC), o delegado Edmilson Batista.





Esqueça o que diz a grande mídia: não há “protestos pacíficos” na Faixa de Gaza. Isso é #fakenews.

Uma população controlada pelo cabresto não sabe protestar, somente obedece a ordens. O que há em Gaza são manifestações sancionadas, organizadas e financiadas pelo grupo terrorista Hamas que, em um raro momento de sinceridade, admitiu que 80% dos palestinos mortos no protesto da semana passada (14) eram milicianos da facção.[*] Ainda sobre os recentes protestos, Mahmoud Al-Zahar, um dos fundadores do Hamas, admitiu em entrevista à rede Al-Jazeera que “resistência pacífica” é somente taqqiyya – uma narrativa propagada no intuito de enganar o público.[2]

Apesar disso, a velha imprensa se presta a ser a agência de propaganda do Hamas, adotando a falsa narrativa de “limpeza étnica” na Palestina sempre que as Forças de Defesa Israelenses protegem seus cidadãos de terroristas. Ao ocultar estes fatos, jornalistas estimulam futuros derramamentos de sangue na região, tornando-se cúmplices do Hamas em sua prática de utilizar-se de escudos humanos – incluindo mulheres e crianças -- para criar comoção internacional e legitimar suas operações terroristas.

FONTES:
[1] “Senior Hamas Official: 50 Of Those Killed In Gaza Were Hamas Members”. The Daily Wire, 16 de maio de 2018. Disponível em https://goo.gl/dqB8vD

[2] “Senior Hamas Official Mahmoud Al-Zahhar on Gaza Protests: This is not Peaceful Resistance, it is supported by our weapons”. Middle East Research Institute, 13 de maio de 2018. Disponível em https://goo.gl/roQHkn

Tradutores de Direita
Todos os que ainda têm dúvidas sobre os equívocos proliferados por grupos, socialistas ou libertários, que defendem a legalização das drogas deveriam estudar com atenção o caso do Colorado.

Desde que a maconha foi legalizada em seu território, em 2012, o estado vem experimentando um crescimento significativo no número de mortes relacionadas ao tráfico da erva; do mesmo modo, o número de pessoas que procuram o sistema público de saúde devido a algum tipo de problema causado pelo consumo de cannabis (contaminação, surtos psicóticos, etc.) foi ampliado de modo considerável e um número enorme de fiscais e proprietários de pontos comerciais de maconha foram processados por envolvimento com corrupção e ligações com o tráfico.

Isso significa que a principal promessa feita pelos defensores da legalização simplesmente não se cumpriu. O mercado negro aumentou, o narcotráfico se tornou ainda mais poderoso, os problemas psiquiátricos aumentaram e os crimes violentos relacionados às drogas se multiplicaram -- adicionalmente, não houve nenhum acréscimo significativo na receita pública do estado, que agora se vê obrigada a arcar com custos e mais custos gerados pela necessidade de promover campanhas de conscientização e fornecer atendimento médico e psicológico para as pessoas que enfrentam algum problema relacionado à droga.

A legalização das drogas é mais uma daquelas idéias que, alimentadas pela ilusão da ampliação formal de liberdades, acabam levando ao aumento do Estado e à diminuição da liberdade substantiva. É, em suma, mais uma das falsas promessas feitas pelas ideologias modernas e pelos seus idiotas úteis.
Meghan Markle, a nova princesa britânica, é uma feminista revolucionária que vai mudar a realeza? Vejamos.

Para se casar com Harry ela teve que abrir mão de muitas coisas e se adequar à família real. Alguns exemplos:
- Ela não pode mais votar, nem expressar opiniões políticas. Todos os seus posicionamentos devem ser aprovados pela assessoria da família real antes de serem divulgados.
- É preciso seguir uma etiqueta de linguagem corporal. Ela não pode mais, por exemplo, cruzar as pernas em público, pois isso é considerado deselegante, e também há instruções específicas sobre como segurar a xícara de chá.
- Ela teve de abrir mão da carreira de atriz. Também não pode tirar selfies com fãs nem dar autógrafos. Todas as suas fotografias devem ser tiradas por um fotógrafo real, e aprovadas pela assessoria antes de serem publicadas.
- Ela apagou todos os perfis em redes sociais. Meghan tinha um blog há vários anos, onde publicava textos sobre viagens, beleza, moda, e outras reflexões, que também teve de ser apagado. Agora suas aparições e publicações serão apenas postadas nos perfis oficiais da família real.
- Suas roupas, cabelo, maquiagem e até cores dos esmaltes devem ser aprovadas pela assessoria. Ela é proibida, por exemplo, de pintar as unhas de cores vivas. Também não pode usar saias e vestidos sem meia-calça nude.

Há várias outras regras como, por exemplo, não comer mariscos, e não dormir antes da rainha. Mas, antes que alguém se revolte, essas são as regras de etiqueta e bom senso que a realeza segue. Algumas delas visam evitar polêmicas e interferências políticas, outras são pela segurança ou apenas bom senso.

Meghan não está se submetendo a nada disso forçada, mas, obviamente, essa submissão não cabe no discurso feminista. Todo relacionamento exige sacrifícios e adaptações. Por mais que o feminismo insista em colocar o homem como inimigo, um relacionamento pede dedicação mútua e ajustes de ambos os lados. Meghan parece estar aprendendo isso.

Não faz sentido ver na ex-atriz um ícone de mudança na família real, nem interpretar que ela está dando sinais de feminismo no vestido, no cabelo, na respiração, ou no branco do olho. Ela está casando, entrando para a família do noivo, e, como em todo casamento, é preciso dedicação e adaptações. O feminismo, assim como toda ideologia vitimista, coloca o egoísmo no centro das questões e culpa o mundo pelos seus problemas. O amor, no entanto, nos ensina o altruísmo, vivendo pelo bem do outro, cuidando do outro, zelando pela alma do outro.

Quando o amor verdadeiro aparece, as ideologias se vão. Esse é o segredo para fazer de qualquer relacionamento, seja você plebéia ou princesa, um conto-de-fadas.